A Coalizão Direitos na Rede é uma articulação da sociedade civil em defesa do acesso à internet, liberdade de expressão e privacidade/proteção de dados pessoais
A CDR defende que o desenvolvimento tecnológico esteja submetido ao interesse público, à proteção de direitos e à responsabilidade de quem cria e opera esses sistemas. Tecnologia deve ampliar liberdades e oportunidades, não reduzir direitos.
Filtros, classificadores e mecanismos de moderação não são neutros. As escolhas de engenharia e governança das plataformas podem produzir tratamentos desiguais entre candidaturas. Em período eleitoral, isso exige transparência, fiscalização e regras objetivas
Transparência exige informação que possa ser comparada e cobrada. CDR e SAD analisaram os planos de conformidade apresentados ao TSE. O levantamento encontrou lacunas que dificultam verificar o cumprimento das obrigações. Acesse: salacontradesinformacao.org/…
Crianças e adolescentes estão cada vez mais expostos a decisões tomadas por plataformas, sistemas de IA e outras tecnologias. Proteger seus direitos exige responsabilidade. A CDR acompanha esse debate no 11º Simpósio Crianças e Adolescentes na Internet: criancaseadolescentesnainter…
É essa a missão da CDR: defender uma internet em que os direitos das pessoas orientem as decisões sobre tecnologia e em que a sociedade tenha voz sobre o futuro digital. Um modelo de governança da internet democrático, inclusivo e participativo.
Autonomia tecnológica se constrói com máquinas, redes, energia, conhecimento e território. No dia 25/9, o Vida Sem Big Tech chega à terceira edição com a inauguração da Múcua Sub-Galeano, nosso data center comunitário.
Às 16h, a conversa se amplia para data centers, terras raras e políticas de energia, com Maurício Ângelo, Júlia Catão, Luã Cruz, Andréa Camurça e Yasmin Anacé. Um debate sobre os impactos materiais e as armadilhas da soberania tecnológica.
A atividade é presencial, aberta ao público e não exige conhecimento técnico prévio. Também integra a extensão da Unifesp, com certificado para inscritos pelo SIEX.
📅 25/9, a partir das 14h
📍 Intervozes – Rua Dr. Costa Júnior, 176, Água Branca, SP
Encarcerar a juventude, além de não previnir essas violências, aprofunda uma diferenciação racial das infâncias: proteção para uns, punição para outros. Leia a nota: direitosnarede.org.br/2026/0…
Os dados do SUS podem gerar conhecimento de enorme valor. A CDR e organizações parceiras alertam para a necessidade de regras claras sobre quem pode processar esses dados, quem se beneficia do valor gerado e como esse patrimônio retorna à sociedade.
As entidades pedem audiência pública antes da publicação da nova Política Nacional de Informação e Saúde Digital. Leia a nota: direitosnarede.org.br/2026/0…
O PL 6423/2025 amplia os poderes de vigilância estatal: uso de IA e big data, monitoramento remoto de dispositivos e acesso a registros digitais. A CDR e o Legiscraft alertam: esse poder precisa ser acompanhado por controle externo, independente e efetivo.
Alexandre Arns Gonzales, da @Diracom_ , organização integrante da Coalizão Direitos na Rede, explica por que a discussão sobre os mercados digitais também diz respeito à liberdade de escolha dos consumidores.
A CDR está na Câmara dos Deputados nesta semana dialogando com parlamentares pela aprovação do PL 4675/2025. Saiba mais sobre a proposta e por que a CDR defende sua aprovação: direitosnarede.org.br/2026/0…
O REDATA (PL 278/2026), que cria um regime especial de tributação para serviços de data center, pode avançar no Senado antes que o país tenha estabelecido regras e salvaguardas adequadas para a expansão dessas infraestruturas.
A CDR e mais de 30 mais organizações, movimentos, pesquisadores e entidades que assinam a nota defendem que o REDATA não avance. O país precisa antes avaliar seus impactos e garantir transparência e participação social nas decisões sobre a expansão dos data centers.