21y duelist for @KRUesports enby 🏳️‍⚧️ @viitoriavlr 💍♥️ ✉️ nonevlr@gmail.com

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3x2 x @gentlemates Uma série digna de uma final, as meninas da gentlemates jogam muito, muito feliz de participar desse espetáculo. Eu só tenho a agradecer pela oportunidade que esse time me deu, e agradecer mais por ter esse time maravilhoso ao meu lado. Nós conseguimos 🤟🏻
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O cenário inclusivo de VALORANT nunca incluiu de verdade. O Game Changers foi criado com a proposta de dar mais oportunidades e visibilidade para mulheres e outros gêneros marginalizados dentro do esports, mas, na prática, muitas vezes ele ainda parece um espaço que precisa ser constantemente defendido pelas próprias pessoas que deveria proteger. A Riot diz que o programa existe para tornar o cenário mais inclusivo e representativo, mas representação sem segurança, fiscalização e acolhimento não passa de discurso. O ódio aberto contra pessoas não-binárias, trans e outras pessoas LGBTQIA+ continua sendo expressado em camps, transmissões, chats e comunidades do VALORANT. E isso não é uma sensação isolada. Segundo a GLAAD, 52% dos jogadores LGBTQIA+ relataram já ter sofrido assédio enquanto jogavam online, 42% disseram que já evitaram jogar por medo de serem assediados e 27% chegaram a abandonar um jogo por causa disso. Mesmo assim, ainda tem gente que age como se reclamar de transfobia e homofobia fosse exagero ou tentativa de transformar o Game Changers em um espaço “menos competitivo”. Vocês nunca vão entender o que é tentar competir enquanto fazem parte de um gênero marginalizado, principalmente quando a sua identidade é tratada como suspeita, fraude ou vantagem competitiva. No Game Changers, mulheres e pessoas de gêneros marginalizados precisam provar o tempo todo que pertencem àquele espaço. Pessoas não binárias e de gênero fluido muitas vezes nem sabem se serão aceitas, como devem se inscrever ou se sua identidade será respeitada pelos organizadores. Isso não é inclusão. É colocar a responsabilidade nas pessoas marginalizadas e obrigá-las a explicar a própria existência para poder jogar. A própria regra oficial do Game Changers determina que todas as pessoas da equipe devem ser mulheres ou pertencer a gêneros marginalizados. O problema é que uma frase ampla não resolve a realidade de quem está dentro do cenário. Ela não responde de forma clara a todas as experiências de pessoas trans, não binárias e de gênero fluido, nem impede que cada campeonato, cada região e cada organização interprete a inclusão de um jeito diferente. Quando a regra existe, mas a comunidade não sabe como ela será aplicada, a insegurança continua. A fiscalização também é falha. Em 2023, a Riot puniu jogadores por violação das regras de elegibilidade de gênero e por terem enganado os oficiais do torneio. O caso mostrou que existe preocupação em proteger a proposta do Game Changers, mas também revelou como a identidade de pessoas marginalizadas pode ser transformada em instrumento de investigação e desconfiança. A existência de pessoas mal-intencionadas não pode ser usada como justificativa para tratar toda pessoa trans ou não binária como suspeita. Além disso, o cenário competitivo de VALORANT continua reproduzindo a ideia de que o Game Changers é uma competição de nível inferior. Pessoas entram sem levar o projeto a sério, organizações não oferecem estrutura suficiente e parte da comunidade trata as jogadoras e as pessoas de gêneros marginalizados como se estivessem ali apenas porque não conseguiram competir no VCT principal. Só que o Game Changers não deveria ser visto como uma versão menor do cenário. Ele deveria ser um espaço seguro e competitivo para pessoas que foram historicamente afastadas do esports. A verdade é que o Game Changers reflete bastante o quanto a nossa sociedade ainda não está pronta para acolher pessoas diferentes do que considera “normal”. Tudo que foge do padrão é questionado, ridicularizado ou hostilizado. E no VALORANT isso aparece em cada transmissão com comentário transfóbico, em cada jogador que usa identidade de gênero como insulto, em cada pessoa que precisa esconder quem é para conseguir jogar e em cada organização que fala sobre inclusão, mas não sabe o que fazer quando uma pessoa trans ou não binária precisa de apoio de verdade. Pessoas LGBTQIA+ não são uma minoria irrelevante dentro dos games. A GLAAD aponta que 17% dos jogadores ativos se identificam como LGBTQIA+, e esse número sobe para entre 23% e 28% entre jogadores com menos de 35 anos. Essas pessoas fazem parte da comunidade, acompanham campeonatos, jogam VALORANT, competem e sustentam o cenário. Mesmo assim, continuam sendo tratadas como exceção quando deveriam estar no centro das discussões sobre segurança e inclusão. Me entristece ver, ano após ano, pessoas sofrendo discriminação por algo que ainda não é compreendido nem respeitado por quem organiza, transmite e acompanha o Game Changers. A identidade de alguém não deveria ser tratada como provocação, fraude ou problema administrativo. Inclusão não é apenas abrir inscrição para mulheres e gêneros marginalizados. Inclusão é criar regras claras, treinar a equipe, fiscalizar o comportamento, proteger quem denuncia e garantir que essas pessoas possam competir sem precisar provar o tempo todo que merecem estar ali. Porque, do jeito que está, o Game Changers não é verdadeiramente inclusivo. Ele dá espaço, sim. Mas dar espaço sem garantir segurança, respeito e permanência não é incluir. É apenas permitir que pessoas marginalizadas entrem em um ambiente que ainda está tentando decidir se elas realmente pertencem a ele.
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RT @realtothemaxxx: why are people so transphobic to gcc players god its sickening
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2x0 @SRVAL nos vemos amanhã na final 🤟🏻
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postei errado galera, foi 3x1 perdão tava com sono
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2x0 @MIBR Ainda não caiu a ficha mas o campeonato ainda não terminou, vamos pra cima 🤟🏻
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NJKASNFJKASNJK QUE ACABA DE HACER NONEE 🐐🐐🐐
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EL MUNDO NO ESTABA PREPARADO. MASTERCLASS @nonevlr 🐐🇧🇷 #VCTGameChangers
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troca de camisa com a goat @joojinavlr obggg de coração, você e o Bruno são uns amores de pessoas 🫶🏻
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🤩 ESTE VIDEO DE VISA KRÜ BLAZE 🤩 Lo necesito como fondo de pantalla YA.
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ASÍ JUEGA @nonevlr 🖱️👊 Hacerte un +21 y ser MVP en tu primera Final Regional de #VCTGameChangers no es para cualquiera. Y ahora podemos saber los secretos detrás de las configs que usa en su mouse @LogitechG_LAT para amasar así! 🤟
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¡ESTE VIERNES ARRANCA NUESTRO GC CHAMPIONSHIP! Vamos a por nuestro quinto mundial de #VCTGameChangers. Plena confianza en este equipo 🩷 🇧🇷@nonevlr 🇨🇱@1ponix 🇦🇷@tok1ofps 🇧🇷@antgvlr 🇦🇷@MicaFerreyra07 🇦🇷@bonzitt1 & 🇦🇷@mizufps Los quiero a TODOS bancando a VISA KRÜ Blaze 👊🙌
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🔟 DÍAS PARA QUE VUELVAN LAS REINAS DE LATAM! Cada vez falta menos para volver a ver a VISA KRÜ BLAZE en el #VCTGameChangers Championship 🇧🇷 🎟️ Acordate de que podés conseguir tu entrada con un 15% OFF usando el código 'gccsp26kru'.
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¿QUERÉS ALENTAR A LAS REINAS DE LATAM? 🤩🩷 El #VCTGameChangers Championship se acerca y queremos que nos acompañen en São Paulo🇧🇷 para alentar a las chicas. 🎟️ Usá el código 'gccsp26kru' para tu 15% OFF.
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Hola desde Shanghai (con un infiltrado)!! 😄🇨🇳🤟
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hi china 🇨🇳🫶🏻
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¡VISA KRÜ BLAZE SE VA DE BOOTCAMP A CHINA! ✈️🇨🇳 Falta menos de un mes para el mundial de #VCTGameChangers y nosotros vamos a por TODAS. Este fin de semana arranca una nueva aventura para las pibas para llegar de la mejor manera al Championship, la confianza es total! 🤟🩷
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