A fraude, na minha visão, não foi cometida por causa dos eleitores que votaram depois das 17h. Essa história das urnas abertas e do transporte público serviu principalmente como cortina de fumaça.
O que aconteceu foi o seguinte: eles usaram o tempo extra para fazer a apuração entre eles, ver o resultado real e, ao perceberem que tinham perdido, inverteram os números. Aqueles votos da vitória eram do
@FlavioBolsonaro. No código, bastou trocar a constante: o que estava associado a Flávio passou a ser de Lula, e vice-versa.
A pergunta que fica é: por que precisavam exatamente dessas duas horas e por que insistiram tanto nisso? Porque sabiam que uma decisão expedida por volta das 16h57 ou 17h01 não daria tempo de organizar e avisar todos os locais de votação. A maioria das seções já estaria fechada de qualquer forma. Assim, o resultado que eles já tinham visto e apurado internamente não mudaria significativamente dentro daquelas duas horas. O
@FlavioBolsonaro não teria como reverter o jogo nesse intervalo.
Tudo indica premeditação. Artistas e influenciadores já tinham vídeos prontos desde as 9h da manhã, só esperando o comando para publicar. Isso foi identificado nos metadados.
A desculpa do transporte público também não foi casual. Todo ano aparece algum problema nessa área. É um tema que já existe e, portanto, levanta menos suspeita do que uma narrativa inventada do zero.
Nós já sabemos que é proibido colar adesivos em bens públicos e que é proibido pedir voto dentro de escolas. Mesmo assim, integrantes de sindicato foram fazer isso às 4h da manhã, como mostram as imagens. Alguma justificativa para interromper ou atrasar as apurações precisava existir. Isso vem acontecendo desde Dilma x Aécio. No primeiro turno deste processo já houve parada, e a mídia chegou a questionar. Se ocorresse de novo do mesmo jeito, as suspeitas seriam ainda maiores. Por isso montaram todo esse teatro.
A chance de todas essas coincidências se alinharem por acaso é absurda. Não somos idiotas. O problema é que já sabemos o que acontece com quem questiona de verdade.